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ILUSTRAÇÃES

 A FUNÇÃO DAS ILUSTRAÇÕES

   Muitos Pregadores acreditam que uma ilustração para ser boa deve ser uma bela e inesquecível história.

    É evidente que uma história inesquecível é de grande valor, porém, toda ilustração que cumpre a sua FUNÇÃO é boa.

    É preciso, então, entender A Função das Ilustrações é:

    TORNAR CLARO O ASSUNTO MEDIANTE EXEMPLOS.

    Ilustrar é dar exemplos.
    Ilustrar é comparar.

   Quando o Pregador compara o que ele está explicando com algo que o ouvinte já conhece, na verdade, ele está ilustrando o seu Sermão. O ser humano aprende por meio de associação e comparação.

   Por mais simples que seja a comparação, ela sempre traz benefícios: Dão clareza e vida ao Sermão, tornam o Sermão interessante, dão ênfase à verdade e concedem uma pausa à mente dos ouvintes (aumentando sua atenção).

Jesus sempre ensinou com ilustrções do Reino de Deus. Procure ler e meditar.

 

 

 

Aba Pai
- ilustrações sobre nosso Pai

Todos nós precisamos de nosso Aba

Minha filha Jenna e eu passamos vários dias na velha cidade de Jerusalém. (Eu prometera levar cada uma de minhas filhas a Jerusalém, quando completassem doze anos.) Uma tarde, quando saíamos pelo portão Jafa, vimo-nos atrás de uma família de judeus ortodoxos — um pai e suas três filhinhas. Uma das garotas, talvez com quatro ou cinco anos, ficou alguns passos atrás, e não pôde enxergar o pai. "Aba!", chamou ela. Ele parou e olhou. Só então compreendeu que se afastara de sua filha. "Aba!" chamou ela, novamente. Ele a localizou, e imediatamente estendeu-lhe a mão. Ela a segurou, e eu, mentalmente, tomei nota enquanto eles prosseguiam. Eu queria ver as ações de um aba.

Ele segurou firmemente a mão da filha, enquanto desciam a rampa. Quando ele parou numa rua movimentada, ela caminhou pelo meio-fio, e ele a puxou de volta. Quando o semáforo abriu, ele guiou-a juntamente com suas irmãs através da interseção. No meio da rua, ele abaixou-se, tomou-a nos braços, e continuou a jornada.

Não é disso que todos precisamos? Um aba que ouve quando chamamos? Que segura nossa mão, quando estamos fracos? Que nos guia através das interseções agitadas da vida? Não carecemos todos de um aba que nos tome nos braços, e nos carregue para casa? Todos precisamos de um pai. - Max Lucado, capítulo "O Aposento Familiar" em "A Grande Casa de Deus" Copyright, 2001 CPAD.


Nosso Aba

Dentre todos os seus nomes, o favorito de Deus é Pai: Sabemos que Ele ama este nome, porque é o que Ele mais usa. Enquanto esteve na Terra, Jesus chamou Deus de Pai mais de duzentas vezes. Em suas primeiras palavras registradas, Jesus elucidou: "Não sabíeis que me cumpria estar na casa de meu Pai?" (Lc 2.49, ARA). Em sua última e triunfante oração, Ele proclamou: "Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito" (Lc 23.46). Só no Evangelho de João, o Senhor Jesus repetiu este nome 156 vezes. Deus gosta de ser chamado de Pai. Além do que, Jesus não nos ensinou a começar nossa oração com a frase "Aba nosso"?

É difícil para nós entendermos o quanto foi revolucionário haver Jesus chamado Jeová de Aba. O que hoje é uma prática habitual, nos dias de Jesus era algo incomum. Joachim Jeremias, erudito no Novo Testamento, descreve quão raramente o termo era usado:

“Com a ajuda de meus assistentes, examinei a literatura devocional do antigo judaísmo... O resultado desses exames foi que, em lugar algum dessa vasta literatura, foi achada a invocação de Deus como "Aba Pai". Aba era uma palavra comum; uma palavra familiar e corriqueira. Nenhum judeu teria ousado tratar Deus dessa maneira. Não obstante, Jesus o fez em todas as suas orações a nós legadas, com uma única exceção: o brado da cruz — ‘Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?’ Na oração do Senhor, Jesus autorizou os discípulos a repetirem a palavra Aba depois dEle, dando-lhes o direito de partilharem sua condição de Filho. Autorizou-os a falar com o seu Pai celeste de um modo mais confiante e familiar.” 

As duas primeiras palavras da oração do Senhor são plenas de significado: "Pai nosso" lembra-nos que somos bem-vindos à Casa de Deus porque fomos adotados pelo dono. – Max Lucado, "A Grande Casa de Deus" – Rio de Janeiro: CPAD, 2001, pp. 12-13.


A singularidade do uso de ‘Aba’ para Deus

Em nenhum lugar, em toda a imensa riqueza da literatura devocional produzida pelo judaísmo antigo, achamos ‘abba’ empregado como modo de se dirigir a Deus. O judeu piedoso sabia demais acerca do grande abismo entre Deus e o homem (Ec 5:1) para se sentir livre para se dirigir a Deus com a palavra familiar que se emprega na vida de todos os dias. Na literatura do judaísmo rabínico, achamos um só exemplo de ‘abba’ empregado numa referência a Deus. Ocorre numa história registrada no Talmude babilônico (Taanith 23b): “Quando o mundo tinha necessidade de chuva, nossos mestres mandavam as crianças da escola ao Rabi Chanin Hanechba [fim do século I a.C.] e pegavam na orla do seu manto e clamavam a ele: `Pai querido (‘abba’), pai querido (‘abba’), dá-nos chuva'. Disse diante de Deus: `Soberano do mundo, faz isto por amor daqueles que não podem distinguir entre um 'abba' que pode dar chuva e um 'abba' que não pode dar chuva alguma"' (cf. SB I 375, 520). Certamente seria exagerado e impróprio se concluíssemos deste texto que, no judaísmo antigo, Deus era descrito como sendo ‘abba’, e tratado assim. O Rabino Chanin aqui meramente retoma o clamor de ‘abba’ a fim de apelar à misericórdia paternal de Deus; ele mesmo, do outro lado, emprega a invocação respeitosa “Soberano do mundo”. – O. Hofius, artigo “Pai” em Brown, Colin, O Novo Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento, São Paulo: Edições Vida Nova, 1978, tradução Gordon Chown, Vol. 3, pp. 382-3.


Uma vez alguém deu ao então primeiro ministro da Inglaterra Winston Churchill uma lista de todos seus professores. A pessoa pediu que ele confirmasse a lista de nomes. Churchill devolveu a lista com o seguinte comentário: “Você deixou de incluir o nome da principal de todos que me ensinaram - a minha mãe.”


Na segunda metade do século passado uma mulher estava cruzando o sul de Gales durante uma forte tempestade. Ela carregava nos braços um recém nascido. Ela sabia que não ia conseguir um abrigo naquela nevasca. Então ela se deitou na neve. Quando acharam ela - ela estava morta, congelada. Ela havia tirada sua roupa e a usou para cobrir o bebê. O bebê estava vivo. O neném cresceu e foi mais tarde conhecido como David Lloyd George o primeiro ministro da Inglaterra. Tudo, poque aquela mãe se importou com ele. - adaptado de uma mensagem de Max Lucado.

 

Aborto

 

 

 

Ano Novo 
- ilustrações sobre o Ano Novo

Passagens para o Ano Novo
Passagens bíblicas que podem nos ajudar a refletir melhor sobre o começo de um novo ano:
- Salmo 65:11 "Coroas o ano da tua bondade"
- Salmo 90:12 Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio.
- 2 Coríntios 5:17 E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.
- Apocalipse 21:5 E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.


Passado e Futuro
Não importa como foi o passado de um homem, seu futuro é sem mancha. - John R. Rice - Tan, P. L. (1996, c1979). Encyclopedia of 7700 illustrations.


O origem do termo Janeiro
O primeiro mês do ano, Janeiro, recebeu seu nome em homenagem ao Deus romano Janus. Janus é retratado com um dois rostos, um olhando para trás e outro olhando para a frente. O primeiro dia do ano é um bom tempo para refletir sobre o passado e pensar e fazer planos para o futuro.


O Ano Novo dos judeus
O ano novo dos judeus, Rosh Hashanah, é um dia sagrado quando as pessoas consideram seus erros do passado e fazem planos para como melhorar no futuro.


A reflexão para o Ano Novo de Matthew Henry:
Não renunciando, mas repetindo e ratificando todas as minhas alianças anteriores com Deus, e lamentando que não vivi tão de acordo com elas quanto deveria, eu, no começo desse Ano Novo, solenemente me entrego, todo meu ser, corpo, alma e espírito a Deus o Pai, Filho e Espírito Santo, meu Criador, Redentor e santificador, me comprometendo e prometendo, não pela minha própria força, porque sou fraco, mas pela força da graça de Jesus Cristo, que vou me esforçar a ficar completamente dentro da vontade de Deus. Eu sei que essa é a vontade de Deus – a minha santificação. Senhor, permita que neste ano eu possa ser mais santo, e andar mais do que nunca em conversas santificadas. Eu desejo ardentemente ser preenchido com seus pensamentos santos, a ser levado em afeições santificadas, determinado por propósitos e intenções santas, e governado em todas as minhas palavras e ações por princípios santos. Que um fio dourado de santidade possa correr por toda a teia desse ano. – Matthew Henry em Nelson's complete book of stories, illustrations, and quotes. Nashville: Thomas Nelson Publishers (2000).

 

 

Ano Novo 
- ilustrações sobre o Ano Novo 
Passagens para o Ano Novo
Passagens bíblicas que podem nos ajudar a refletir melhor sobre o começo de um novo ano:
- Salmo 65:11 "Coroas o ano da tua bondade"
- Salmo 90:12 Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio.
- 2 Coríntios 5:17 E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.
- Apocalipse 21:5 E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.


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Passado e Futuro
Não importa como foi o passado de um homem, seu futuro é sem mancha. - John R. Rice - Tan, P. L. (1996, c1979). Encyclopedia of 7700 illustrations.


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O origem do termo Janeiro
O primeiro mês do ano, Janeiro, recebeu seu nome em homenagem ao Deus romano Janus. Janus é retratado com um dois rostos, um olhando para trás e outro olhando para a frente. O primeiro dia do ano é um bom tempo para refletir sobre o passado e pensar e fazer planos para o futuro.


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O Ano Novo dos judeus
O ano novo dos judeus, Rosh Hashanah, é um dia sagrado quando as pessoas consideram seus erros do passado e fazem planos para como melhorar no futuro.


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A reflexão para o Ano Novo de Matthew Henry:
Não renunciando, mas repetindo e ratificando todas as minhas alianças anteriores com Deus, e lamentando que não vivi tão de acordo com elas quanto deveria, eu, no começo desse Ano Novo, solenemente me entrego, todo meu ser, corpo, alma e espírito a Deus o Pai, Filho e Espírito Santo, meu Criador, Redentor e santificador, me comprometendo e prometendo, não pela minha própria força, porque sou fraco, mas pela força da graça de Jesus Cristo, que vou me esforçar a ficar completamente dentro da vontade de Deus. Eu sei que essa é a vontade de Deus – a minha santificação. Senhor, permita que neste ano eu possa ser mais santo, e andar mais do que nunca em conversas santificadas. Eu desejo ardentemente ser preenchido com seus pensamentos santos, a ser levado em afeições santificadas, determinado por propósitos e intenções santas, e governado em todas as minhas palavras e ações por princípios santos. Que um fio dourado de santidade possa correr por toda a teia desse ano. – Matthew Henry em Nelson's complete book of stories, illustrations, and quotes. Nashville: Thomas Nelson Publishers (2000).

 

Por que matar um filho e não o outro?

- "Doutor, o senhor terá de me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo. Não tenho condições de criar ambos”. 
E então o médico perguntou: "E o que a senhora quer que eu faça?" 
A mulher, já esperançosa, respondeu: "Desejo interromper esta gravidez e conto com a ajuda do senhor".

O médico então pensou um pouco e depois disse a mulher: 
- "Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora".
A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido.

E então ele completou:
- "Veja bem, minha senhora, para não ter de ficar com os dois bebês de uma vez em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, o outro poderá nascer. Se o caso é matar, não há diferença entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco."

A mulher reagiu indignada: - "Não doutor! Que horror! Matar uma criança é um crime!".

Depois de refletir, a mãe mudou de idéia. O médico viu que a sua lição surtira efeito. Ele persuadiu a mãe que não há diferença entre matar a criança já nascida e matar uma criança ainda por nascer, mas viva no seio materno. O crime é o mesmo, e o pecado, diante de deus, também é o mesmo. – autor desconhecido

Para maiores informações de como lutar contra a legalização do aborto no Brasil acesse o site:http://www.brasilsemaborto.com.br


Números do aborto

Nos Estados Unidos a cada ano mais de 1milhão de abortos são realizados. Isso uma vez que o aborto foi legalizado em 1973. Antes, este número era um pouco mais de 500,000. Nos anos que seguiram a legalização do aborto, mais de 30 milhões de bebês tiveram suas vidas terminadas antes de nascer.

Algumas pessoas ficam chocadas com a história da matança dos meninos com menos de dois anos promovida por Herodes na sua tentativa de matar Jesus (Mateus 2:16-18). “Como é que um Deus amoroso deixaria isso acontecer?” alguns indagam. Com a matança dos inocentes promovido hoje, como é que o homem tem coragem de fazer essa pergunta?


Matando Beethoven
Um professor na Faculdade de Medicina da Universidade de Califórnia um dia perguntou aos seus alunos. "Aqui é a história da família. O pai tem sífilis. A mãe tem tuberculose. Eles já tiveram quatro filhos. O primeiro filho é cego. O segundo filho morreu. O terceiro filho é surdo e o quarto filho tem tuberculose. A mãe está grávida. Os pais estão dispostos a ter um aborto se for recomendado. O que é que vocês recomendam?" A maioria dos alunos optaram pelo aborto. "Parabéns," anunciou o professor. "Você acabou de matar Beethoven." Nada é tão final quanto à morte, mesmo quando é feito cedo na vida.

- Terence Patterson em James S. Hewett, “Illustrations Unlimited” (Ilustrações Ilimitadas) (Wheaton: Tyndale House Publishers, Inc, 1988) p. 113.

 

 

 

Acomodação

 

 

 

Entrando Em Acordo Com O Inimigo

Uma Parábola Russa: Um caçador estava mirando um urso quando o urso falou "Não é melhor falar do que atirar? O que é que você quer? Vamos negociar."

Baixando a espingarda o caçador falou "Eu quero um casaco de pelo de urso para me cobrir." "Bom, esta é uma questão negociável" falou o urso. "Eu apenas quero um estomago cheio. Vamos negociar."

Depois de algum tempo falando, o urso voltou sozinho para a floresta. As negociações foram um sucesso. Cada um recebeu o que queria. O urso conseguiu seu estomago cheio e o caçador ficou coberto de pelo de urso.

Entrar em acordo raramente satisfaz ambos os lados igualmente. Na negociação com nosso inimigo, ele promete o que nós queremos, mas apenas pretende levar o que ele quer - a nossa alma. Você está tentando entrar em acordo ou negociar com o inimigo?

Michael Green, Illustrations for Biblical Preaching (Ilustrações Para Pregação Bíblica), Grand Rapids: Baker, 1989

- Terence Patterson em James S. Hewett, “Illustrations Unlimited” (Ilustrações Ilimitadas) (Wheaton: Tyndale House Publishers, Inc, 1988) p. 113.

 

Acomodação
Entrando Em Acordo Com O Inimigo


Uma Parábola Russa: Um caçador estava mirando um urso quando o urso falou "Não é melhor falar do que atirar? O que é que você quer? Vamos negociar."

Baixando a espingarda o caçador falou "Eu quero um casaco de pelo de urso para me cobrir." "Bom, esta é uma questão negociável" falou o urso. "Eu apenas quero um estomago cheio. Vamos negociar."

Depois de algum tempo falando, o urso voltou sozinho para a floresta. As negociações foram um sucesso. Cada um recebeu o que queria. O urso conseguiu seu estomago cheio e o caçador ficou coberto de pelo de urso.

Entrar em acordo raramente satisfaz ambos os lados igualmente. Na negociação com nosso inimigo, ele promete o que nós queremos, mas apenas pretende levar o que ele quer - a nossa alma. Você está tentando entrar em acordo ou negociar com o inimigo?

Michael Green, Illustrations for Biblical Preaching (Ilustrações Para Pregação Bíblica), Grand Rapids: Baker, 1989

- Terence Patterson em James S. Hewett, “Illustrations Unlimited” (Ilustrações Ilimitadas) (Wheaton: Tyndale House Publishers, Inc, 1988) p. 113.

 

 

Amor

Amor de mãe

Eu acredito em Jesus Cristo, o filho do Deus vivo, nascido da promessa de uma virgem chamada Maria.
Eu acredito no amor que Maria deu ao seu filho, que levou ela a seguir ele no ministério e ficar com ela diante da cruz quando ele morreu.

Eu acredito no amor de todas as mães, e sua importância para as vidas de seus filhos.
É mais forte que ferro, mais suave que veludo, e mais resistente do que uma palmeira no vento.

Este amor sara feridas, derrete revolta, e permita a criança mais fraca a ficar firme e forte nos campos da adversidade.
Eu acredito que este amor, no seu melhor momento, é apenas uma sombra do amor de Deus, um reflexo escuro de tudo que podemos esperar dEle, tanto nesta vida como na próxima.

E, eu acredito que uma das mais belas coisas deste mundo é uma mãe que permita este amor maior passar por ela para seu filho, abençoando o mundo com a ternura de seu toque e as lágrimas da sua felicidade.

Larson, Craig Brian, editor "Illustrations for Preaching and Teaching from Leadership Journal," Grand Rapids: Baker Book House, 1993, p. 160.

O Cimento do Amor 
Quando o salão do prédio onde a igreja se reúne foi construído foram usados centenas de tijolos. Um em cima do outro. Sem estes tijolos não teríamos este salão. Podemos até dizer que o tijolo é a matéria prima da construção numa edificação como esta. Mas, para levantar estas parede, só é preciso de tijolos? Pode imaginar dezenas de tijolos um em cima do outro.

O que mais é preciso? Cimento. Pode imaginar estas paredes aqui, um tijolo em cima do outro, centenas de tijolos ao seu redor, mas sem cimento? Ou com cimento de má qualidade?

Nós somos os tijolos que Jesus usa para construir sua igreja. A palavra até nos chama de "pedras". 1 Pedro 2:5 diz "também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual… " Cada um de nós somos a matéria prima da edificação da Igreja de Jesus. Mas, há um material fundamental que nos mantém juntos - o amor. Este amor é o que? É a paciência, a consideração, a confiança um no outro. Sem o cimento do amor, todas estas pedras um dia caem. Basta o inimigo bater um pouco na parede que ela cede. Ele bate um pouco mais e ela cai para o chão.

Na verdade, o cimento que liga dois tijolos aqui em baixo na parede, é tão importante quanto o cimento e os tijolos ligados ali em cima. De fato, todos os tijolos desta parede estão de certa forma em contato com todos os outros. Todos dependem, uns dos outros - como nós dependemos uns dos outros.

Quando nós começamos a brigar, a discutir, a medir ou até retirar nosso amor uns dos outros, o que é que acontece? A parede começa a ceder. Alguns tijolos começam a cair. Basta uma rachadura aqui, e outro ali, e outro ali, e em pouco tempo, a casa toda cai. Por outro lado, basta que o cimento que segura os tijolos seja bem feito, bem forte, e todos ficam juntos. Podem resistir qualquer investida do inimigo.

Você não tem que segurar todos os irmãos na igreja. Você não tem que visitar todos.
Mas, você tem que amar pessoalmente aqueles que Deus colocou próximo de você.
Tem que tratar todos com a mesma consideração. Tem que amar igualmente todos.
Mas, haverão alguns, bem próximos de você que você terá que ter um amor muito forte para eles.

Elas podem ser próximos porque são da sua casa, ou do seu pequeno grupo, ou da sua área de serviço na igreja. Ou, pode ser que é com eles que você se acha em constante atrito. Seja qual for o motivo, são os tijolos que Jesus, o grande construtor desta casa, colocou próximo de você. Ame eles, com o mesmo amor que você ama a Jesus. E, a igreja dEle ficará bem forte para sempre. Quando falamos uns com os outros, vamos falar como quem está falando com o próprio Senhor Jesus.

– Dennis Downing www.hermeneutica.com.br

Amando O “Inimigo” 

Certa vez um homem foi visitar o pastor dizendo que queriam se divorciar da sua mulher.

O pastor disse, "Mas a Bíblia diz que você deve amar sua esposa como Cristo amou a igreja."(Efé 5:25).

O homem respondeu, "Mas, eu não consigo. E, de qualquer forma, eu não sou perfeito como Cristo."

O pastor disse, "Então, se não conseguir assim, lembre que Jesus nos mandou amar o nosso próximo. Você não pode continuar a amar ela como seu próximo?" (Mar 12:33)

O homem disse "Mas, ela me traiu, ela não me trata como próximo dela. Não consigo amar ela como meu próximo."

"Então," disse o pastor, "Só tenho mais uma palavra do Senhor. 'Amai os vossos inimigos'." (Mat 5:44; Luc 6:27)

-- Erwin Lutzer, "Learning to Love," (Aprendendo a Amar) Preaching Today (Pregação Para Hoje), Tape No. 99.

Doce Reunião! 

Você alguma vez testemunhou uma cena como esta? 

Pais jovens desesperados ansiosamente procuram numa grande loja de departamentos sua  criança de dois anos. Quem sabe como ou onde, a criancinha deles se perdeu enquanto eles olhavam móveis. O segurança da loja está tomando informações dos pais apavorados... estranhos se unem os esforços de busca... a jovem mãe está à beira de histeria. 

Quando ninguém espera, uma mulher com aparência de avó apareça com a criança nos braços dela. Ela salvou o dia! Mas mesmo quando o pequeno menino vê a mãe dele, ele continua chorando incontrolavelmente. O medo que ele sentiu que ele perdeu a mamãe e o papai dele o consumiu. Entre suspiros e soluços, ele literalmente luta para respirar. Seu coração sai para a criança e os pais. 

Um evento como este aconteceu comigo e minha esposa quando nossa filha mais nova, Kendra, tinha cerca de quatro anos. Nós a perdemos em um estádio de futebol! Levou vários minutos de procura frenética antes que nós a localizamos. A reunião foi tão doce! 

Você alguma vez se viu como uma criança perdida, lutando desesperadamente para respirar ... almejando os braços de seu Pai amando? 

Isso é um retrato incrível de nossa dependência em Deus que nós nunca devemos superar. 

 

 

Corra aos braços dele... e respire fundo!

Como a corça anseia por águas correntes, a minha alma anseia por ti, ó Deus. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo. Quando poderei entrar para apresentar-me a Deus?

- Salmo 42:1-3 NVI